O futuro, parece me sorrir.
Mas é perigoso, esse sorriso.
Se olhar muito para o futuro,
esquecemos do presente.
E o presente, esse sim,
é fácil de perder.
Ontem me falaram de uma teoria, não lembro de quem, que diz que o presente, no fundo, não existe, ele é só um pedaço do passado e outro do futuro.
Interessante, não acham?
Frase de filme: "é muita injustiça, não?"
sexta-feira, 13 de março de 2009
quinta-feira, 12 de março de 2009
"força e vontade, cheio de graça"
Sabe quando a intenção é boa, mas a execução é um desastre? Pois o time do BRasil está assim.
Eu sei, eu sei, o trauma é enorme, não se sabe como está a cabeça do jogadreos, falta preparo...
Diante de um situação como a do Brasil, deve-se jogar com bravura, além do mais, os times Xavantes, tradicionalmente são guerreiros e são empurrados pela torcida. E se normalmente somos uma torcida que tem um time, este ano ainda mais.
Ninguém pode dizer que os jogadores não estão se esforçando ou não estão demosntrando orgulho em vestir a camisa do rubro-negro, mas ainda podemos nos queixar. Se não podemos exigir preparo físico ou entrosamento, podemos exigir um pouco de inteligência e racionalidade.
O nosso hino diz "força e vontade, cheio de graça" mas nossos jogadores parecem só saber da primeira parte dessa frase. Salvo raras exceções, o que se vê são atletas com vontade, com garra, ímpeto, mas sem qualquer noção. Sem a graça que cita o hino.
Vi o Danrlei, que tem uma Libertadores nas costas, pedir impedimento em um lance que começou em uma lateral (que não tem impedimento) e depois bateu em um jogador da defesa (o que acaba com qualquer possibilidade de impedimento). No último jogo, contra o campeão do primeiro turno, conseguimos ter um jogador expulso antes dos 20 minutos. Sem falar de quando cometemos falta e reclamamos até receber amarelo, ou das faltas na defesa do adversário, lá na bandeirinha de escanteio.
Discernimento. É isso que eu pediria aos nossos jogadores. Garra, vontade e ímpeto sempre, mas um pouco de discernimento e inteligência. Só assim para o Xavante ficar onde merece.
Desculpas a quem não gosta muito de futebol, mas essas palavras queriam sair da minha cabeça desde terça.
Eu sei, eu sei, o trauma é enorme, não se sabe como está a cabeça do jogadreos, falta preparo...
Diante de um situação como a do Brasil, deve-se jogar com bravura, além do mais, os times Xavantes, tradicionalmente são guerreiros e são empurrados pela torcida. E se normalmente somos uma torcida que tem um time, este ano ainda mais.
Ninguém pode dizer que os jogadores não estão se esforçando ou não estão demosntrando orgulho em vestir a camisa do rubro-negro, mas ainda podemos nos queixar. Se não podemos exigir preparo físico ou entrosamento, podemos exigir um pouco de inteligência e racionalidade.
O nosso hino diz "força e vontade, cheio de graça" mas nossos jogadores parecem só saber da primeira parte dessa frase. Salvo raras exceções, o que se vê são atletas com vontade, com garra, ímpeto, mas sem qualquer noção. Sem a graça que cita o hino.
Vi o Danrlei, que tem uma Libertadores nas costas, pedir impedimento em um lance que começou em uma lateral (que não tem impedimento) e depois bateu em um jogador da defesa (o que acaba com qualquer possibilidade de impedimento). No último jogo, contra o campeão do primeiro turno, conseguimos ter um jogador expulso antes dos 20 minutos. Sem falar de quando cometemos falta e reclamamos até receber amarelo, ou das faltas na defesa do adversário, lá na bandeirinha de escanteio.
Discernimento. É isso que eu pediria aos nossos jogadores. Garra, vontade e ímpeto sempre, mas um pouco de discernimento e inteligência. Só assim para o Xavante ficar onde merece.
Desculpas a quem não gosta muito de futebol, mas essas palavras queriam sair da minha cabeça desde terça.
quarta-feira, 11 de março de 2009
Administração
A vida, é administrar mudanças.
Se não acontecerem mudanças, não é vida.
Se não administra-las, elas te administram.
Se elas te administram, a vida deixa de ser tua.
Se não acontecerem mudanças, não é vida.
Se não administra-las, elas te administram.
Se elas te administram, a vida deixa de ser tua.
segunda-feira, 9 de março de 2009
sábado, 7 de março de 2009
Abstinência
Desconfio do que escuto.
Desconfio do que penso.
Sabe-se lá da sanidade.
O nível da loucura.
O real?
Como medir?
O vazio, dá segurança.
Qualquer interferência pode não ser.
O vazio é, pois simplesmente não é.
O tudo pode só parecer.
O vazio é fácil.
Bom fim de semana para vocês.
Desconfio do que penso.
Sabe-se lá da sanidade.
O nível da loucura.
O real?
Como medir?
O vazio, dá segurança.
Qualquer interferência pode não ser.
O vazio é, pois simplesmente não é.
O tudo pode só parecer.
O vazio é fácil.
Bom fim de semana para vocês.
sexta-feira, 6 de março de 2009
Preferência
Não gosto muito de contar fatos da minha vida aqui.
Me sinto uma adolescente de filme americano escrevendo no diário rosa que tem um cadeado...
Mas vamo lá..
Tive que sair de casa, apesar do isolamento recomendado pelo médico.
A ida ao banco era necessária.
Sendo assim, sai de casa de máscara, boina e câmera fotográfica.
Entrei na Caixa Econômica Federal, me dirigi para a atendente, para saber onde ir.
A resposta dela foi: "pega uma senha A e espera te chamarem".
Fiz o que ela mandou, crente que a senha A, era a senha para fazer depósitos. Afinal, eu precisava fazer um depósito.
Somente quando fui entregar o número da minha senha para o Caixa que li o papel e percebi que A era a senha para o caixa preferencial.
Fiz o depósito e sai do banco me perguntando se eu deveria ter recebido uma senha preferencial. No papel dizia Idosos, Gestantes e Deficientes Físicos.
Sei lá.
E claro, na rua uma pessoa de máscara, boina e câmera fotográfica nas mãos nem chama atenção...
Me sinto uma adolescente de filme americano escrevendo no diário rosa que tem um cadeado...
Mas vamo lá..
Tive que sair de casa, apesar do isolamento recomendado pelo médico.
A ida ao banco era necessária.
Sendo assim, sai de casa de máscara, boina e câmera fotográfica.
Entrei na Caixa Econômica Federal, me dirigi para a atendente, para saber onde ir.
A resposta dela foi: "pega uma senha A e espera te chamarem".
Fiz o que ela mandou, crente que a senha A, era a senha para fazer depósitos. Afinal, eu precisava fazer um depósito.
Somente quando fui entregar o número da minha senha para o Caixa que li o papel e percebi que A era a senha para o caixa preferencial.
Fiz o depósito e sai do banco me perguntando se eu deveria ter recebido uma senha preferencial. No papel dizia Idosos, Gestantes e Deficientes Físicos.
Sei lá.
E claro, na rua uma pessoa de máscara, boina e câmera fotográfica nas mãos nem chama atenção...
quinta-feira, 5 de março de 2009
Diario
Eu ja contei.. mas não dá nada repetir.
Tenho um diário sobre esses dias de doença.
Tipo a Anne Frank, a Zlata ou o William Douglas.
Só que não sobre guerra ou preparação para maratona/concursos, sobre a rotina do tratamento e tal..
De repente, um dia algum estudante de medicina e/ou psicologia se interessa..
Enfim, ai vai um trecho..
"... até isso ajuda.
O tempo acontece no ritmo que tem que acontecer.
O problema todo é alinhar a cabeça e o coração com esse ritmo.
Na verdade, nem sei se o tempo existe.
Acho que inventamos ele. Para ter de quem reclamar."
Tenho um diário sobre esses dias de doença.
Tipo a Anne Frank, a Zlata ou o William Douglas.
Só que não sobre guerra ou preparação para maratona/concursos, sobre a rotina do tratamento e tal..
De repente, um dia algum estudante de medicina e/ou psicologia se interessa..
Enfim, ai vai um trecho..
"... até isso ajuda.
O tempo acontece no ritmo que tem que acontecer.
O problema todo é alinhar a cabeça e o coração com esse ritmo.
Na verdade, nem sei se o tempo existe.
Acho que inventamos ele. Para ter de quem reclamar."
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