Se o preço pela tua paz,
sou eu que devo pagar,
sem problema e sem perigo,
e assim que se deve amar.
Acho alguém para viajar comigo.
domingo, 21 de novembro de 2010
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Deixa estar 2
Deixa estar,
que, igual a tudo no mundo,
esse sonho (que tanto inquieta) vai acabar,
e, como tudo e todos, se transformar,
talvez ao deixar de ser sonho,
se torne realidade.
Deixa estar,
pois mesmo não se tornando real,
será perseguido como ideal,
ou ainda, será lembrança,
e mesmo que lembranças não construam nada,
essa ao menos trará um sorriso,
e por certo uma certeza.
De que é possível
ser livre o suficiente,
para sonhar com tudo isso.
que, igual a tudo no mundo,
esse sonho (que tanto inquieta) vai acabar,
e, como tudo e todos, se transformar,
talvez ao deixar de ser sonho,
se torne realidade.
Deixa estar,
pois mesmo não se tornando real,
será perseguido como ideal,
ou ainda, será lembrança,
e mesmo que lembranças não construam nada,
essa ao menos trará um sorriso,
e por certo uma certeza.
De que é possível
ser livre o suficiente,
para sonhar com tudo isso.
Marcadores:
Perspectivas Pessoais,
PERSPECTIVAS POÉTICAS
terça-feira, 9 de novembro de 2010
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Deixa estar
Aperto no peito.
Não se sabe que fazer.
Faz-se o que é direito.
Faz-se o que é errado.
Não passa de qualquer jeito.
Mas deixa estar,
não tem como dar errado,
vivemos de verdade,
(nem mentir direito conseguimos)
só enganamos os próprios corações,
enquanto não chega o sossego,
enquanto não passa o aperto,
mas deixa estar.
Deixa estar
que a paz vai chegar,
que vamos saber o que fazer.
Conseguiremos.
Caminhando pelo mundo ou
descobrindo um canto pra ser feliz.
Deixa estar, deixa estar.
Conseguiremos.
Deixa estar.
Não se sabe que fazer.
Faz-se o que é direito.
Faz-se o que é errado.
Não passa de qualquer jeito.
Mas deixa estar,
não tem como dar errado,
vivemos de verdade,
(nem mentir direito conseguimos)
só enganamos os próprios corações,
enquanto não chega o sossego,
enquanto não passa o aperto,
mas deixa estar.
Deixa estar
que a paz vai chegar,
que vamos saber o que fazer.
Conseguiremos.
Caminhando pelo mundo ou
descobrindo um canto pra ser feliz.
Deixa estar, deixa estar.
Conseguiremos.
Deixa estar.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
domingo, 17 de outubro de 2010
Minhas palavras saem.
Voam, rodopiam,
flutuam e tomam um rumo.
Não sei para onde vão.
Sei de onde nasceram.
Do mais puro sentimento,
do mais puro pensamento,
que só pensam em construir
um lugar melhor para que possas sorrir.
Voam, rodopiam,
flutuam e tomam um rumo.
Não sei para onde vão.
Sei de onde nasceram.
Do mais puro sentimento,
do mais puro pensamento,
que só pensam em construir
um lugar melhor para que possas sorrir.
Marcadores:
Perspectivas Pessoais,
PERSPECTIVAS POÉTICAS
sábado, 16 de outubro de 2010
Carona - Um mini romance em mini capítulos
Mini Capitulo 7
Mini Capitulo 7
The answer is blowin' in the wind
- É.. Brigada.
- De nada.
- Desculpa tá?
- Sem problemas. Boa noite.
- Hum.. Boa noite.
- Dorme bem. Não esquece de fechar a porta....
.
Beijo no rosto.
Respira fundo.
Coloca o cinto.
Liga o carro.
Acelera.
Entra naquela avenida.
Baixa o vidro.
Deixa o vento entrar.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Tinha uma peixe.
Tinha um peixe.
Que tentava subir o rio todos os anos.
Sabia que era seu destino de peixe subir o rio.
Mas ele não conseguia e se acostumou a apenas tentar.
Se acostumou a bater naquela pedra que sempre o impedia de seguir.
Se acostumou a resistir um pouco à correnteza e logo ceder.
Aconteceu que um dia entendiado da pedra,
e chateado com a correnteza,
o peixe resolveu tentar com mais força.
Agora ele está lá, do outro lado da pedra,
numa parte do rio que a correnteza nem é tão forte.
Mas o peixe se acostumou a bater naquela pedra,
e ceder àquela correnteza.
É fácil seguir subindo,
e também é o seu destino de peixe.
Mas o peixe se acostumou a bater naquela pedra,
e ceder àquela correnteza.
Assim, o peixe saltou
esta do outro lado com o caminho livre,
mas pensa em voltar.
Que tentava subir o rio todos os anos.
Sabia que era seu destino de peixe subir o rio.
Mas ele não conseguia e se acostumou a apenas tentar.
Se acostumou a bater naquela pedra que sempre o impedia de seguir.
Se acostumou a resistir um pouco à correnteza e logo ceder.
Aconteceu que um dia entendiado da pedra,
e chateado com a correnteza,
o peixe resolveu tentar com mais força.
Agora ele está lá, do outro lado da pedra,
numa parte do rio que a correnteza nem é tão forte.
Mas o peixe se acostumou a bater naquela pedra,
e ceder àquela correnteza.
É fácil seguir subindo,
e também é o seu destino de peixe.
Mas o peixe se acostumou a bater naquela pedra,
e ceder àquela correnteza.
Assim, o peixe saltou
esta do outro lado com o caminho livre,
mas pensa em voltar.
Marcadores:
Perspectivas do Mundo,
Perspectivas Pessoais
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)