Decidiu ser solitário.
Esse passou a ser o objetivo.
Juan queria esvaziar-se de dependências. Dependências sentimentais, temporais.
Juan se entregou ao acaso.
Juan se desvencilhará das intempéries.
Juan se incorporará às mudanças.
Juan, porém, não contava com suas próprias fraquezas.
Entregou-se ao acaso, achou-se independente daquilo que lhe prendia.
O acaso então lhe trouxe novos sentimentos, nova noção do tempo.
Com o tempo, há de acostumar-se.
Já os sentimentos, passaram a lhe dominar.
Em uma dessas noites que inicia junto com amigos e termina com um diálogo com a noite, com a lua e/ou com uma estrela, Juan desvencilhou-se de tudo e de todos, pois tudo e todos não estavam na mesma sintonia.
Juan afastou-se.
Conversou com a noite, com o vento, com Deus, com a lua.
Cantou para estrela.
Sintetizou seus sentimentos:
"Eu só queria trocar olhares, entre um gole de cerveja e outro.
Eu só queria conseguir um abraço, entre uma história e outra.
Eu só queria um beijo furtivo, entre uma dança e outra.
E no fim de tudo, quando o sol pensasse em aparecer,
Eu pegaria sua mão, e a levaria para casa.
Só isso que eu queria.
Sem declarações, sem definições, sem promessas.
Apenas fluxo de sentimento, dentro de qualquer medida de tempo,
fora de qualquer dependência, sem enfrentar nenhuma resistência."
Depois de escrever,
Decidiu ser solitário.
Esse passou a ser o objetivo.
domingo, 7 de março de 2010
sábado, 6 de março de 2010
O inesperado nem sempre vem bem.
Pode ser cruel.
Mas vem.
O ruim é quando o inesperado nos apaixona.
Passamos a esperar.
E a espera sim, é sempre cruel.
Pode ser cruel.
Mas vem.
O ruim é quando o inesperado nos apaixona.
Passamos a esperar.
E a espera sim, é sempre cruel.
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domingo, 28 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
sábado, 6 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
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