sexta-feira, 15 de maio de 2009

Segue-se em frente, apesar de tudo.


"Embora o mundo seja difícil de ser vivido, sabemos que é preciso vive-lo" M. Maffesoli

terça-feira, 12 de maio de 2009

Sobre aquele vácuo que sempre surge

Completo e vazio.
Perto e longe.
Me falta, mas não é que precise.
Preciso, mas não é que me falte.
Conclui, mas deixa em aberto.
Abre, mas coloca um ponto final.

Talvez falte algo grande.
Talvez pequeno.
Talve um abraço,
um amasso,
um beijo,
ou algum outro feito.

Talvez um sim,
Talvez além,
Algo assim,
Sem nenhum porém.

domingo, 10 de maio de 2009

o futuro e o google

http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/tecnologia/19,0,2501878,Saiba-como-o-Google-pode-ajudar-a-prever-o-futuro.html


o google, tudo sabe.
As coisas mudam. Isso todo mundo sabe.
Mas depois que mudam, acomodam-se.
Acomodam-se, e até pode ser bom.
Mas as vezes o que esta acomodado perde a chance de mudar pra melhor.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Quando nos movemos, o resto vai junto.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Tchê,

sabe aqueles instantes que ficam se repetindo na nossa cabeça?

Repetindo, repetindo.

E tudo torna-se aquele instante.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Dilma

Diz a Dilma que vai fazer Quimioterapia mas não vai diminuir o ritmo de trabalho.

Menganaqueeugosto.

domingo, 26 de abril de 2009

Sabe quando algo desperta?
Sabe quando da vontade?
Sabe quando imagina-se o futuro?
Sabe quando...

É. Eu sei.





ao menos hoje.

sábado, 25 de abril de 2009

Pode ser só o clima.
Pode ser a aura.
Pode ser a energia.
Podem ser as pessoas.

Mas ja repararam que tem lugares que te desanimam, te deixam lerdo, parado ou sem iniciativa?

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Da série Sentimentos sem sentido - 1

Era sempre a mesma coisa.
Ele estava cansado disso.
Não podia continuar assim.
Ele merecia muito, muito mais.
Ela não tinha direito de fazer isso.
Ela não podia ignora-lo.
Ela não mudava de atitude nunca, merecia uma resposta.
A conversa era sempre a mesma, sempre.
Ele já podia ouvir as palavras dela antes mesmo de vê-la.
Dessa vez ele ia mudar isso. Não podia continuar assim.

Ele caminhou em direção a ela, concentrado, determinado a mudar aquela rotina.
Passos lentos, olhar firme, como um caçador atrás da vítima.
Mas...

Quando ela o olhou com aquele olhar inesquecível e lascivo, ele se desarmou. E nada mudou, a conversa foi a mesma de sempre.

"oi. Pra ti?"
"4 pães, por favor"
"hum..."
...
"mais alguma coisa?"
"não. só."
"obrigada"
"valeu..."