sexta-feira, 22 de julho de 2011

como disse o chico.

No inverno, é vermelha, a cor do cachecol,
O cabelo, tem todos os vermelhos do por do sol.
Quando sorri, fecha os olhos e abre logo.
Eu, por vezes me vou, mas sempre volto.
Ao adormecer, o faz com rosto sereno.
Eu cuido para não fazer barulho.
Me encara, sorri, diz que meu olho é pequeno.
Segura minha mão, me encho de orgulho.

Já pensei em fazer aquele pedido.
Mas penso e depois repenso,
Como disse o sempre sábio Chico:
"sinto que ainda vou penar com essa pequena"
Mas tanto faz, sem ela, sou de dar pena.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Por mais que tenha doído, enjoado, enfraquecido, fortalecido, destruido, construido e preocupado, hoje completam-se três anos que a cada dia sinto mais o frio, mais o calor, mais o vento, mais cada sentimento.

Suco da semente.



(e obrigado a cada um que fez parte disso)

sexta-feira, 24 de junho de 2011

E aquele peixe que subia o rio.
Talvez se descubra num lago.
E andando em círculos.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Objetivos e metas.


Ser criativo sem deixar de ser objetivo.
Ter liberdade sem deixar de ter responsabilidade.
Pensar sem deixar de sentir.
Sonhar sem deixar de realizar.
Trabalhar sem deixar de ser.
Resistir sem deixar de repensar.
Inovar sem deixar de manter.

Assistir. Ler. Amar.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Costumo medir meu nível de felicidade pelo que sinto quando olho o céu à noite. Ultimamente, as estrelas me falam do futuro, e a Lua, melancolicamente, me relata coisas do passado.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

O escrito do salto

Conseguir













                                         vôo
                     um
pegar













e
               saltar
                                    para
                                              apenas














                                                                SER.

Isso tudo que me consome.

Trabalho, amo e me cuido.


To sem dinheiro, sozinho e meu corpo não agüenta o que quero fazer.


Ainda fico sem depender de ninguém, posso levar sozinho por enquanto, vou dar um jeito de voltar a correr.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Sobre curvas, mapas, estradas e destinos.

Desistiu da linha reta, pegou uma curva.
Perdeu-se.
Arrependeu-se da curva. Queria voltar.
Não havia retorno.
Ficou algum tempo observando aqueles caminhos sem mapas.
Seguiu.
Percebeu que a curva era necessária.
Somente através da curva poderia pegar outro estrada.
Não a mesma, mas ainda assim reta.
Indo diretamente para outro destino.
Não é o mesmo de antes.
É o que pertence a ele.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Corre, corre rio acima.
Procura a nascente.
De repente é por lá,
O campo fértil para plantar.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Desisti da linha reta.
Fui tecer em outra direção.
Na curva, perdi orientação.
E preso na teia que teci.
Fico pensando em como sair.